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Victor Mellão > Entre em contato
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Biografia :: Release

A história começa em São Paulo, no mês de agosto de 1998, quando Carlos Fazano, nascido no dia 05 de março de 1974, multi-instrumentista, vocalista e compositor resolveu formar a então chamada banda Supernova.

Além de influências britânicas como Beatles, Rolling Stones, The Who, Sex Pistols, The Jam, Stone Roses, Oasis e The Verve, uma banda brasileira também faz parte dessa lista: os Mutantes.

Cantando sempre em português com arranjos vocais bem estruturados, outra característica marcante fica por conta dos riffs de guitarra bem executados (simples e agradáveis) com melodias que grudam no seu ouvido.

Com o tempo os problemas foram aparecendo e para não deixar a peteca cair, Carlos passou a procurar por outros músicos para seguir seu caminho. Começou procurando por um baterista, e em setembro de 1999 entrou em contato com Duda Neves que indicou 3 alunos de sua escola, e entre eles estava o nome de Valmir Binder, que foi convidado por Carlos a fazer um teste e ingressar na banda. Porém, outro membro da banda já havia convidado um baterista e Carlos e Valmir perderam contato.

No ano de 2000, a banda foi convidada para participar da coletânea Brazillian Pebbles, do selo Baratos Afins do lendário Luiz Calanca. Na época os problemas continuavam e a banda se desmanchou e o Supernova se resumia em Carlos Fazano, mas nem por isso ele deixou de participar da coletânea, e gravou todos os instrumentos, cantou e cuidou dos arranjos de orquestra da música Sem Fim, faixa 7 da coletânea que foi muito bem aceita por público e crítica.

Com esse trabalho divulgado, era hora de reformular a banda e aproveitar a aceitação para fazer muitos shows.

Foi então que no mês de Agosto, Carlos mais uma vez entrou em contato com Duda Neves, que mais uma vez indicou 3 alunos e entre eles, mais uma vez estava o nome de Valmir Binder.

Devido à uma fratura na perna, Valmir só pôde realizar o teste em Setembro, curiosa e exatamente 1 ano depois do primeiro contato dos dois.

Em 9 de setembro de 2000, Valmir Binder nascido em Guarulhos no dia 29 de janeiro de 1978 foi enfim aprovado e integrado à banda.

Ensaiando semanalmente, os dois prepararam um verdadeiro arsenal musical para tocar no maior número de lugares possíveis, mas para isso era preciso completar a banda.

No dia 02 de janeiro de 2001, Carlos e Valmir, juntamente com dois componentes provisórios, participaram do Calçadão 21, programa já extinto mas que era transmitido pelo Canal 21, da Rede Bandeirantes de Televisão e apresentado por Luciana Dias.

O ibope foi alto, os pedidos foram muitos e a apresentação do Supernova foi reprisada por 3 vezes, sendo que em uma dessas vezes, a apresentadora citou a banda como uma surpresa aos telespectadores.

No mesmo mês, dia 25 (aniversário da cidade), começaram as gravações (até então despretensiosas) daquela que mais tarde seria a demo da banda, e que também foi muito bem aceita por público e crítica.

Com as gravações finalizadas, a procura por novos integrantes recomeçou e também a procura por um novo nome.

Superphonia foi sugerido por Carlos e prontamente aceito por Valmir, e então partiram para a capa do cd. Estando tudo pronto, a procura por músicos continuava.

Apesar das dificuldades em encontrar pessoas realmente interessadas em trabalhar sério e também do preconceito sofrido numa sociedade onde músicos independentes são tratados como desocupados, Carlos e Valmir nunca desistiram dos seus sonhos, nem mesmo quando foram vítimas de um golpe duro de estelionato no ano de 2002, que apesar do abalo causado serviu de lição e incentivo aos dois para trabalhar mais ainda e levar o nome do Superphonia por todos os lugares.

No segundo semestre de 2003, ainda se recuperando do golpe sofrido e após ficar um tempo sem ensaiar, os dois partem mais do que nunca em busca de pessoas realmente interessadas em ingressar na banda com absoluta seriedade e vontade de contagiar o público com muita adrenalina.

E encontraram, porém o interesse durou pouco perto do que foi demonstrado no começo apesar de ter sido a formação que mais tempo ficou junta, tocando por 2 anos em vários lugares, fazendo shows memoráveis e empolgantes em casas de São Paulo, citando apenas algumas como Atari Club, Matrix, Tribe House, Outs, Vila Rock Bar, A Torre, Fofinho Rock Club. Em Guarulhos: Cervejaria W, Poseidon Rock Bar, Diferente Bar, e no Rio de Janeiro no Saloon 79, conquistando seguidores por todos os lugares por onde passaram.

Apesar de ainda não ter visitado os outros estados do Brasil, pessoas de vários lugares do país já ouviram e cobram shows do Superphonia, como em Minas Gerais, Curitiba, Espírito Santo, Maranhão, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e claro, várias cidades do interior de São Paulo.

Já em 2005, apesar do desinteresse do ex-baixista, foi o melhor ano da banda em relação shows. Além disso, o Superphonia participou de mais uma coletânea, a Rock Total VII do selo Chave do Som de Guarulhos, com as músicas Dias Melhores Virão e A Noite.

O show de lançamento dessa coletânea abriu as portas de Guarulhos para a banda, que fez ainda mais 3 shows na cidade (citados anteriormente) conquistando um público fiel e que tem acompanhado a banda mesmo fora da cidade.

Em novembro de 2005, cansados do desinteresse do ex-baixista, Carlos e Valmir resolveram dar um fim àquela situação e gravaram sozinhos o disco Esqueça Sua Memória, que reflete o momento da banda com letras mais “atuais” segundo o próprio Carlos.

Mais uma vez à procura por integrantes, o Superphonia ficou fora dos palcos desde 20 de novembro, porém sem descanso e trabalhando duro na divulgação de Esqueça Sua Memória.

Mesmo sem baixista a banda participou, já em 2006, de duas edições do programa Free Lance, da Tv Trilha que é apresentado por Fábio Padilha e transmitido pela internet.

No ano de 2006, além de participar dos programas citados, a banda vem procurando exaustivamente os membros altantes para pdoer dar seqüência nos shows e saciar a sede do público e mostrar pra muita gente que com persistência, união, humildade e coragem é possível dar a volta por cima e seguir o caminho, Por ruas mortas, atrás do Velho Rock n’ Roll”!!!.


Esse é o SUPERPHONIA!!!

Vale à pena conferir!!!